Gentileza gera gentileza!!! Uma boa prática para todos, que principalmente, lidam com o ser humano. Este senhor (agente de trânsito) seria um bom palestrante para muitos prestadores de serviços de turismo.
http://youtu.be/0bq-fynmZyY
terça-feira, 27 de setembro de 2011
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
A nossa maior vitrine do turismo capixaba
Acontecerá a partir do dia 23 deste mes o nosso grande evento do turismo capixaba, venha conhecer...
Visite o site: http://www.expotur-es.com.br/2011/expoturnews/news03.html
Visite o site: http://www.expotur-es.com.br/2011/expoturnews/news03.html
domingo, 18 de setembro de 2011
Posse do novo Ministro do Turismo, Sr. Gastão Vieira
Vídeo de posse do novo ministro: http://www.youtube.com/watch?v=kz6JOSA5Sco
Novamente temos um novo ministro. O deputado Gastão Vieira que agora é empossado como Ministro do Turismo, destaca em seus discurso a valorização da educação técnica para o turismo em todo o Brasil, em especial com parcerias com o Ministerio da Educação e o Sistema "S".
Pelo fato de ser indicação do PMDB e pertencer ao grupo do senador José Sarney, torcer para que os programas e projetos do Ministério, sejam ampliados na fonte de dotação orçamentária voltada para seus próprios programas.
A redução do percentual das emendas parlamentares do orçamento do Ministério é de suma importância para que sejam redirecionadas para os destinos que fazem acontecer a política pública nacional, porque não dizer a prática da "meritocracia", na seleção dos seus convênios.
Moacir Durães
Vitória - ES
Novamente temos um novo ministro. O deputado Gastão Vieira que agora é empossado como Ministro do Turismo, destaca em seus discurso a valorização da educação técnica para o turismo em todo o Brasil, em especial com parcerias com o Ministerio da Educação e o Sistema "S".
Pelo fato de ser indicação do PMDB e pertencer ao grupo do senador José Sarney, torcer para que os programas e projetos do Ministério, sejam ampliados na fonte de dotação orçamentária voltada para seus próprios programas.
A redução do percentual das emendas parlamentares do orçamento do Ministério é de suma importância para que sejam redirecionadas para os destinos que fazem acontecer a política pública nacional, porque não dizer a prática da "meritocracia", na seleção dos seus convênios.
Moacir Durães
Vitória - ES
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
Disseminação da Informação VI - Avaliação do Programa de Regionalização do Turismo
Implementação da Estratégia do Programa de Regionalização do Turismo permite tecer os seguintes comentários:
Ø A maior parte dos respondentes dos questionários considera que o Programa de Regionalização do Turismo é o principal referencial para a atuação das diversas áreas do MTur e dos componentes do Sistema de Gestão (52%). Já a percepção dos entrevistados é que, mesmo possuindo status de Macroprograma no Plano Nacional de Turismo, o Programa de Regionalização não é assumido como um programa estruturante dentro do próprio MTur. Isso se revela na forma pouco articulada com que os projetos são implementados e os recursos são liberados, indicando a pouca governabilidade na execução das ações planejadas no âmbito do MTur;
Ø É possível perceber que as ações de estruturação dos destinos indutores mostram-se mais visíveis para os entrevistados que as de fortalecimento das regiões turísticas. Alguns entrevistados afirmaram que a “estratégia dos 65 Destinos Indutores desvirtuou a regionalização” e que o foco de atuação do ministério se voltou demasiadamente para os municípios contemplados. Outros ponderam que este é um processo que está em fase de amadurecimento, no qual se busca estruturar, inicialmente, os destinos indutores para, em seguida, fortalecer as regiões. Ocorre que, na visão da grande maioria dos entrevistados, os destinos indutores ainda não possuem a compreensão do seu papel de indutor do desenvolvimento turístico regional;
Ø As entrevistas também revelam que existe sobreposição de ações nos territórios, como reflexo da incipiente integração das áreas do MTur e da fragilidade das governanças regionais e das governanças dos destinos indutores;
Ø Com base na percepção dos entrevistados acerca das adesões ou resistências, por parte dos poderes municipais e estaduais e dos empresários do trade ao Programa, é possível tecer os seguintes comentários:
Ø Unanimidade na percepção que houve mais adesões que resistências ao Programa de Regionalização;
Ø As resistências foram maiores no início, muito em função do entendimento de alguns, que o Programa de Regionalização representava uma descontinuidade do PNMT;
Ø Observa-se mais adesões no setor público que no privado;
Ø Parte da adesão deve-se à expectativa de aporte de recursos pelo Programa.
Ø Na percepção dos entrevistados, o monitoramento e a avaliação são pontos críticos do Programa de Regionalização, fato reforçado pela carência de informações secundárias referentes aos indicadores de avaliação.;
Ø A deficiência no processo de monitoria e avaliação se reflete na comunicação do Programa de Regionalização do Turismo com os parceiros e atores locais, avaliada por muitos entrevistados como mais focada no setor público (instituições parceiras e unidades da federação) que na iniciativa privada e com dificuldades de chegar até os atores finais envolvidos, em âmbito local;
Ø Os entrevistados, ao avaliarem em que medida o Programa de Regionalização do Turismo comunicou e comunica as suas estratégias e ações para os diversos atores do turismo e parceiros, destacaram as seguintes observações:
- A maior parte das avaliações positivas, em relação ao processo de comunicação, foi feita por entrevistados ligados ao poder público (federal e estadual);
- As avaliações negativas foram feitas, principalmente, por entrevistados ligados à iniciativa privada;
- Há uma percepção de que os mecanismos de comunicação são mais voltados para as instituições públicas e Unidades da Federação. Um dos entrevistados chegou a afirmar que “Só tem fluxo de informação dentro do setor público, nas unidades estaduais. Não passa nos municípios, nem pelo trade”;
- Para melhorias no processo de comunicação, os entrevistados sugeriram formação de redes, qualidade na indicação de Interlocutores e nas parcerias firmadas.
Ø Foi enfatizado, por alguns entrevistados, que não há um entendimento único sobre o Programa de Regionalização e que isso ocorre inclusive dentro do próprio Ministério do Turismo. Atribuem esse fato à diversidade do País, abrangência do escopo e às falhas na implementação, monitoramento, avaliação e comunicação do Programa;
Ø Os Interlocutores são vistos como essenciais na estratégia de disseminação das informações do Programa, mas é preciso avançar no processo de seleção, qualificação e melhoria das suas condições de trabalho;
Os Principais pontos positivos dos Módulos Operacionais destacados pelos Interlocutores Estaduais foram:
- Linguagem simples, facilitando o entendimento;
- boa qualidade do material e de grande utilidade no processo de implementação do Programa de Regionalização.
Já os principais pontos negativos destacados foram:
- problemas na distribuição dos módulos (quantidade insuficiente e atraso na entrega);
- processo de inventariação;
- falta de estudos de demanda e falta de critérios para avaliação e monitoramento, entre outros.
A compreensão da qualidade de conteúdo dos módulos é variada: há percepção de que o conteúdo é bom e teve aprofundamentos (“aprofundamento de conceitos-chave”) e há percepção de que o conteúdo de alguns módulos ainda precisa ser trabalhado (“material não elucidativo: o Módulo III, apresenta poucas orientações para institucionalização das instâncias de governança e precisa aprofundar na compreensão do que é uma instância).”;
Ø A grande maioria (73%) dos respondentes dos questionários revela que os recursos financeiros disponibilizados não atendem às necessidades do Programa e 69% avaliam que o uso de recursos financeiros disponíveis foi razoavelmente ou pouco adequado às ações do Programa;
Ø De maneira geral, estes avaliam que a forma de repasse de recursos financeiros do Ministério do Turismo contribuiu para a implementação do Programa de Regionalização, mas que, por ocorrerem de forma desarticulada, não alcançam o resultado desejado, perdendo em qualidade;
Ø Muitos avaliam que, mesmo estando longe de uma ação articulada, tem-se avançado muito nos últimos anos, principalmente a partir dos editais de chamada de projetos, que têm obedecido a critérios mais técnicos;
Ø No geral, a avaliação da pertinência e efetiva contribuição das instituições parceiras do MTur na aplicabilidade do Programa de Regionalização é positiva, não apresentando diferenças significativas entre elas. A avaliação que a contribuição é altamente relevante ou fundamental varia de 38,9 (MODULO) a 60,1% (FGV);
Ø Quando são analisadas as respostas dadas pelos entrevistados à questão “Em que medida as ações de estruturação dos Destinos Indutores e de fortalecimento das regiões turísticas têm ocorrido de forma articulada”, observa-se que, em geral, consideram que “Ocorrem de forma desarticulada e que o IMB e IADH não têm desenvolvido um trabalho em conjunto”.
Bem, como podemos observar muito ainda deve ser feito em prol do Programa de Regionalização do Turismo, a considerar questões internas do próprio ministério quando nos referimos ao aporte financeiro aos projetos que ainda não são premiados pela sua meritocracia e sim pela articulação política em seu orçamento.
terça-feira, 23 de agosto de 2011
Disseminação da Informação V - Avaliação do Programa Nacional de Regionalização do Turismo
Neste tópico o relatório, concentra suas considerações na Gestão Compartilhada do Turismo na Região, tecendo os seguintes comentários:

Ø Houve descentralização na implementação do Programa de Regionalização do Turismo, mas de forma heterogênea, envolvendo mais o setor público do que o privado e por diversas motivações;
Ø Seis anos de implementação do Programa de Regionalização do Turismo ainda são pouco tempo para promover uma mudança de cultura política e administrativa que influencie todo o País e que seja capaz de transformar os paradigmas que alicerçaram o desenvolvimento do turismo durante muito tempo: ser uma responsabilidade única do setor público. A gestão compartilhada e descentralizada está em construção, mas com grandes avanços acumulados. Também é importante destacar que num País de dimensões continentais, como o Brasil, será sempre um desafio buscar o desenvolvimento equitativo de todas as regiões turísticas;
Ø A grande maioria das respostas dos entrevistados sobre o papel das instâncias de governança (não apenas as regionais) no processo de regionalização do turismo revelou que há uma compreensão efetiva sobre a importância das instâncias de governança no processo de descentralização da política do turismo;
Ø As observações dos entrevistados revelam a fragilidade das instâncias de governança regional constituídas (ou parte delas), indo de encontro ao seu conceito e razão de ser, quando avaliam que elas ainda têm um caminho a trilhar para alcançar o seu papel de articular a cooperação público-privada, ter autonomia, empoderamento e proatividade e, sobretudo, não serem tuteladas pelo setor público;
Ø Pressupõe-se que as fragilidades das instâncias de governança regionais, inclusive para estabelecer a cooperação público-privada, rebatem fortemente na elaboração e implementação dos planos estratégicos, uma vez que esses colegiados têm um papel preponderante no planejamento das ações regionais, com foco na gestão compartilhada. Os planos devem ser resultado de discussões, parcerias, cooperações e, sobretudo, visão de futuro compartilhada entre os atores da região turística;
Ø Apenas 40% das regiões prioritárias possuem plano estratégico para o turismo. Durante a oficina de avaliação, os Interlocutores destacaram a “falta de visão a longo prazo dos atores locais”, “o despreparo e falta de qualificação para elaborar planos estratégicos regionais”; “as frequentes mudanças de gestores que prejudicam a implementação dos planos”; “a falta de planejamento orçamentário”; “estruturas municipais de turismo ineficientes”; “pouco monitoramento e ausência de indicadores que facilitem as avaliações”; e “instâncias de governança sem estrutura e representatividade para implementar os planos”.
Bem, as avaliações nos mostra que apesar da estruturação das regiões crescerem heterogêneamente há de se destacar que os mandatos eletivos municipais e estaduais, apesar de não se realizarem no mesmo período, contribuem significativamente para que as ações sejam quebradas a cada dois anos.
Pelo fato do programa ser um braço de uma política pública nacional, e por isso de iniciativa do governo em suas instâncias federal, estaduais e municipais, fica sempre à margem aos empresários de que o turismo deva ser tutelado pelo cofres públicos. Daí os problemas relatados no último comentário.
Resta nos enxergar de que o "negócio turismo" deva ser enfrentado em conjunto, sairmos da retórica e arregaçarmos as mangas, pois nossa grande e oportuna experiência mundial está há poucos anos a frente: 2014 e 2016, sem contar que em 2013 teremos turismo religioso.
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
Disseminação da Informação IV - Avaliação do Programa de Regionalização do Turismo
Estruturação de Produtos Turísticos
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| Trem das Montanhas Capixabas |
A avaliação do Programa de Regionalização do Turismo, referente à Estruturação de Produtos turísticos, formulou os seguintes comentários:
Ø Existe deficiência de dados secundários precisos acerca do número de roteiros turísticos para o mercado, estruturados a partir do Programa de Regionalização do Turismo;
Ø De acordo com a percepção da grande maioria dos respondentes dos questionários, a apropriação da estratégia e da metodologia de segmentação turística vem acontecendo de forma positiva, uma vez que vem conferindo qualidade aos roteiros turísticos estruturados e apresenta alto valor para a diversificação da oferta turística;
Ø No início do Programa, os roteiros foram construídos institucionalmente, sem participação e envolvimento da inciativa privada. Os Estados buscavam atender à demanda do Programa de apresentar pelo menos, três roteiros no Salão do Turismo. Com a percepção que esses roteiros institucionais não estavam sendo comercializados pelas operadoras, buscou-se envolver a iniciativa privada na construção deles. De maneira geral, os entrevistados reconhecem que houve um avanço desde o começo do Programa, mas que o tempo ainda é muito curto para a consolidação deles;
Ø Os entrevistados enfatizam a carência de dados secundários sobre o fluxo turístico regional que permitam associar o aumento do fluxo aos roteiros criados. Outra visão comum é que é necessário avançar bastante no que tange à estruturação dos roteiros em conexão com o mercado;
Ø Aproximadamente ¼ dos respondentes dos questionários não tem uma percepção nítida sobre se o Programa de Regionalização do Turismo orienta com clareza a inserção de produtos associados à atividade turística. Isso pode sugerir que o Programa de Regionalização e o Projeto de Produção Associada ao Turismo não têm conseguido implementar suas ações de forma articulada e, como consequência, externar seus resultados;
Ø Na percepção da maioria dos entrevistados há exemplos concretos de regiões onde houve incremento de produtos associados, em especial naquelas regiões que conseguiram incorporar o Programa de Regionalização. Mas muitos ponderaram que o incremento observado não pode ser atribuído unicamente a este Programa;
Ø Alguns entrevistados chegaram a sugerir que o Projeto de Produção Associada evoluiu pouco e por muito tempo caminhou de forma desarticulada do Macroprograma de Regionalização do Turismo, possivelmente devido à desarticulação entre as áreas do próprio MTur;
Ø A maior parte dos entrevistados atribui os resultados positivos da inclusão social e produtiva a projetos vinculados ao Programa de Regionalização do Turismo, como: Turismo de Base Comunitária; Produção Associada; Economia da Experiência e dez Destinos Referência em Segmentação;
Ø Os resultados positivos referentes à inclusão social e produtiva nas regiões turísticas estão condicionados a alguns fatores, como apoio dos Estados; boa governança; liderança; ação coordenada e avanço do Projeto Produção Associada;
Ø A partir da avaliação dos respondentes aos questionários de avaliação, percebe-se que a maioria (56,1%) considera que está sendo atribuída a importância necessária ao marketing como ferramenta de roteirização turística. Mesmo com uma avaliação positiva, vale ressaltar que aproximadamente 16% não teve como avaliar essa questão.
sábado, 13 de agosto de 2011
Oficinas de Planejamento de Municípios Capixabas
Caros amigos,
Disponho aqui as Oficinas de Planejamento de Turismo, de vários municípios capixabas, em que fui contratado para sua realização. Este trabalho foi produzido no âmbito do Programa de Regionalização do Turismo / Espírito Santo realizado por meio de convênio da Secretaria de Estado do Turismo – SETUR com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresa – SEBRAE / ES.
Vale ressaltar que assim como na maioria dos municípios capixabas, o ramo do café está estampado em suas bandeiras, os seus problemas para o desenvolvimento do turismo também o são parecidos e comuns, conforme sua região turística.
Municípios:
1. Afonso Cláudio
2. Águia Branca
3. Alfredo Chaves
4. Alto Rio Novo
5. Anchieta
6. Apiacá
7. Baixo Guandu
8. Brejetuba
9. Colatina
10. Conceição da Barra
11. Conceição do Castelo
12. Fundão
13. Governador Lindenberg
14. Guaçui
15. Ibatiba
16. Ibiraçu
17. Irupi
18. Itaguaçu
19. Itarana
20. Iúna
21. Jaguaré
22. João Neiva
23. Laranja da Terra
24. Marataízes
25. Marechal Floriano
26. Mimoso do Sul
27. Montanha
28. Mucurici
29. Muniz Freire
30. Muqui
31. Nova Venécia
32. Pinheiros
33. Ponto Belo
34. Rio Novo do Sul
35. Santa Leopoldina
36. São Domingos do Norte
37. São Gabriel da Palha
38. São Mateus
Disponho aqui as Oficinas de Planejamento de Turismo, de vários municípios capixabas, em que fui contratado para sua realização. Este trabalho foi produzido no âmbito do Programa de Regionalização do Turismo / Espírito Santo realizado por meio de convênio da Secretaria de Estado do Turismo – SETUR com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresa – SEBRAE / ES.Vale ressaltar que assim como na maioria dos municípios capixabas, o ramo do café está estampado em suas bandeiras, os seus problemas para o desenvolvimento do turismo também o são parecidos e comuns, conforme sua região turística.
Municípios:
1. Afonso Cláudio
2. Águia Branca
3. Alfredo Chaves
4. Alto Rio Novo
5. Anchieta
6. Apiacá
7. Baixo Guandu
8. Brejetuba
9. Colatina
10. Conceição da Barra
11. Conceição do Castelo
12. Fundão
13. Governador Lindenberg
14. Guaçui
15. Ibatiba
16. Ibiraçu
17. Irupi
18. Itaguaçu
19. Itarana
20. Iúna
21. Jaguaré
22. João Neiva
23. Laranja da Terra
24. Marataízes
25. Marechal Floriano
26. Mimoso do Sul
27. Montanha
28. Mucurici
29. Muniz Freire
30. Muqui
31. Nova Venécia
32. Pinheiros
33. Ponto Belo
34. Rio Novo do Sul
35. Santa Leopoldina
36. São Domingos do Norte
37. São Gabriel da Palha
38. São Mateus
terça-feira, 9 de agosto de 2011
Disseminação da Informação III - Avaliação do Programa de Regionalização do Turismo
Dando prosseguimento as avaliações, veremos abaixo, as considerações relatadas quanto à Dimensão relativa ao Desenvolvimento do Turismo na Região Turística.
A exemplo do contexto, dispomos o Mapa de Regionalização do Turismo do Espírito Santo, para melhor compreensão:

1 – DESENVOLVIMENTO DO TURISMO NA REGIÃO TURÍSTICA permite tecer os seguintes comentários:
Há um reconhecimento de que o Programa de Regionalização do Turismo investiu na formação de capital humano e social. No entanto, não chegou ainda ao estágio necessário. Os próprios entrevistados justificaram que há dificuldades para essa formação, pelas amplas dimensões do Brasil, pelo não empenho das pessoas que são público-sujeito das formações e por entenderem que é um processo lento, entre outros;
O Programa de Regionalização do Turismo contribuiu para o aumento da qualidade e competitividade das regiões turísticas e os produtos turísticos criados no âmbito do Programa são significativos em qualidade e quantidade;
• O Programa de Regionalização ajudou na melhoria do nível de competitividade das regiões turísticas;
• O Programa de Regionalização contribuiu para a diversificação e ampliação da oferta turística, destacando-se as iniciativas de apoio à roteirização e o Salão do Turismo. Entretanto, os roteiros precisam sair da esfera institucional para chegar ao mercado;
• O Salão do Turismo é visto como um dos impulsionadores na área de promoção e comercialização de produtos turísticos das regiões;
• De uma maneira geral, o Programa gerou impactos na economia local das regiões turísticas. No entanto, essa avaliação é resultado da observação e vivência dos respondentes e entrevistados, uma vez que não há pesquisas, dados ou números que a ratifiquem. A visão dos respondentes e entrevistados é que:
Ø O Programa de Regionalização do Turismo promoveu o desenvolvimento do turismo no âmbito das regiões, contribuindo para a sustentabilidade (sociocultural, econômica e ambiental);
Ø A política de estruturação dos destinos indutores, embora com algumas críticas, induz o desenvolvimento dessas regiões;
Ø O Programa de Regionalização do Turismo contribuiu positiva e medianamente na geração de ocupação e de renda, bem como sua distribuição;
Ø Em relação à adequação de investimentos provenientes de convênios do Programa de Regionalização do Turismo e/ou projetos de/com parceiros, realizados em municípios e regiões turísticas, houve uma avaliação equilibrada entre positivo e médio;
Ø As entrevistas qualificadas apontaram para a necessidade de descentralização de recursos e uma maior sinergia com as instâncias e atores locais;
Ø A maioria avaliou como medianamente adequados os investimentos provenientes de emendas parlamentares aplicados em municípios e regiões turísticas.
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
Conheça os 10 mandamentos do turista de aventura consciente:
1º. MANDAMENTO:
Peça referências e confira se a empresa que oferece o serviço está formalizada e se tem alvará de funcionamento. Empresa séria e profissional tem que ser formal e ter registro de funcionamento.
2º. MANDAMENTO:
Verifique se a empresa oferece seguro que cubra atividades de aventura e natureza. O seguro é uma segurança adicional para os clientes caso qualquer coisa fora do planejado ocorrer e assegura que vai haver algum tipo de assistência.
3º. MANDAMENTO:
Verifique se a empresa conhece e aplica as normas técnicas brasileiras para a atividade que oferece. Pergunte à empresa se ela tem um Sistema de Gestão da Segurança implementado, conforme a norma. Toda empresa de Turismo de Aventura deve ter um Sistema de Gestão da Segurança – SGS funcionando em suas atividades. O sistema ajuda as empresas a se organizarem para dar o máximo de segurança para os clientes e diminuir os acidentes. Caso acidentes ocorram, a empresa vai saber reagir bem. Além do SGS, existem diversas outras normas para as atividades que ajudam empresas e condutores a seguir boas práticas de segurança nas atividades de aventura. Hoje não tem mais segredo, está tudo nas normas.
4º. MANDAMENTO:
Os equipamentos devem estar em boas condições de uso. Alguns equipamentos têm um selo de certificação (nacional ou internacional). No entanto, o selo não é característico em todos os equipamentos, por isso fique atento ao estado do material (aparência, limpeza e condições de armazenamento).
5º. MANDAMENTO:
Lembre-se: sempre que tirar os pés do chão esteja de capacete e sempre que entrar na água esteja de colete. Empresas sérias oferecem equipamentos que aumentam a segurança, a diversão e o conforto durante o passeio.
6º. MANDAMENTO:
Aja de acordo com as regras ambientais em sua aventura: não faça fogo, não contamine o rio e ande sempre por trilhas demarcadas. Produza pouco lixo e traga-o de volta. Turismo de Aventura é feito na natureza, temos que ser responsáveis com o uso dos espaços que visitamos.
7º. MANDAMENTO: Confira o estado do estojo de primeiros socorros que a empresa está levando e tenha na sua mochila seus remédios específicos. É importante sempre estar preparado para o inesperado.
8º. MANDAMENTO:
Seja responsável, conheça e respeite seus limites. Cada pessoa deve saber como fazer atividades que sejam divertidas, emocionantes e que estejam dentro do seu limite.
9º. MANDAMENTO:
Hidrate-se, alimente-se e mantenha-se aquecido. A melhor pessoa para cuidar de você é você mesmo! Água, alimentação e filtro solar não podem faltar na mochila.
10º. MANDAMENTO:
Conheça o Programa Aventura Segura e descubra o nosso País de um jeito novo! Busque empresas aderidas ao Aventura Segura nos destinos.
domingo, 31 de julho de 2011
Disseminação da Informação II - Avaliação do Programa de Regionalização do Turismo
Como havia comentado anteriormente, o repasse de informação neste contexto, é primordial para que entendamos a política nacional de turismo face as realidade que encontramos no dia a dia de nossas ações. O turismo aqui neste espaço continental, tem se sobressaído devido ao pioneirismo e investimentos de empreendedores privados, que exercitam o turismo como atividade econômica e que na maioria das vezes vê a política nacional longe das suas dinâmicas de decisão.
Fica claro que grande parte das dificuldades, recai sobre as atividades desenvolvidas na ponta, isto é no município. Vale ressaltar aqui que somente com o fortalecimento do Conselho Municipal e das Instâncias de Governança obteremos melhor compreensão dos resultados. Falta-nos, portanto, transformar dados em índices econômicos para que o turismo seja visto pelos gestores públicos como alternativa econômica em seus destinos, para que enfim não seja retratado como descontinuidade de gestores e lideranças.
Mas vejamos abaixo a avaliação dos Interlocutores Estaduais, isto é, os indicados pelas secretarias estaduais para disseminar o Programa Nacional de Regionalização do Turismo, nos seus destinos.
Na visão dos Interlocutores Estaduais do Programa de Regionalização do Turismo, os principais aspectos positivos do Programa estão associados:
- ao desenvolvimento regional;
- gestão compartilhada;
- foco no mercado;
- estratégias de apoio (Salão do Turismo) e visualização de resultados.
Já as dificuldades estão associadas à:
- Descontinuidade de gestão nos âmbitos municipal, regional e estadual;
- Desarticulação interna do Mtur;
- Escassez de recursos financeiros para implementação do Programa;
- Desarticulação dos destinos indutores com as regiões turísticas e instâncias de governança regionais;
- Fluxo de comunicação do MTur que desconsidera os Interlocutores e as instâncias regionais;
- Falta de integração dos Interlocutores;
- Pouca participação dos atores sociais e falta de envolvimento da iniciativa privada nas instâncias de governança regional.
No que tange aos aspectos positivos, percebe-se grande similaridade entre as opiniões dos Interlocutores Estaduais e dos membros da Câmara Temática de Regionalização. Os Interlocutores, por lidarem mais diretamente com a implementação do Programa nos Estados e regiões, conseguiram identificar dificuldades que os Conselheiros não conseguiram apontar entre os pontos negativos levantados.
Na visão dos Interlocutores Estaduais, os principais resultados do Programa de Regionalização estão associados à:
- Melhoria da governança nas regiões;
- Melhoria do capital humano;
- Maior destinação de recursos financeiros de emendas parlamentares para o turismo e aumento do fluxo interno de turistas.
Analisando-se as principais dificuldades identificadas nas macrorregiões, pode-se observar que, mesmo com algumas especificidades de cada região, no geral, as dificuldades são parecidas. As mais recorrentes são:
- Descontinuidade de gestores e lideranças;
- Escassez de recursos financeiros;
- Pouco envolvimento da iniciativa privada;
- Desarticulação entre as ações e áreas do MTur e
- Perda de foco do Programa a partir da criação dos 65 Destinos Indutores.
Fonte: Ministério do Turismo
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